Ajuda para estudar e se preparar para provas que cabe no celular: bots do Telegram que calculam exercícios de matemática ou resolvem uma tarefa a partir da foto.
| # | Bot | Preço | Idiomas | Inline | Grupos | Pontuação |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | @wolframbot | Grátis | EN | não | não | 70 |
| 2 | @bot_brain_bot | Grátis | EN · ES · DE · RU · UK · MULTI | não | não | 67 |
Não iniciamos esses bots manualmente, então cada candidato é verificado de fora. Confirmamos no t.me que o usuário é um bot ativo, e não um canal ou um nome livre, procuramos o lado do dono (um órgão de exames, uma plataforma escolar, o site ou o canal do projeto) e só chamamos um bot de oficial quando esse lado aponta para ele. Pegamos preços e limites gratuitos no site do dono, olhamos as datas das últimas publicações e atualizações, anotamos os idiomas da interface e descartamos vazamento de respostas, gabaritos copiados e material pirata. Nesta subcategoria também verificamos a qual prova e ao formato de qual ano o material corresponde, e se o bot explica a resolução ou só entrega a resposta.
Três coisas diferentes recebem o nome de bot de prova. Um banco de questões dá problemas com resolução: o jeito mais rápido de descobrir o que você ainda não sabe. Um bot de teoria explica a regra ou o tema por trás de uma questão. Um treinador repete um formato de problema até ele deixar de ser problema. A preparação funciona usando os três nessa ordem: tente, ache o buraco, feche, treine.
Primeiro, o ano. A especificação muda, e um bot com o formato do ano passado ensina uma prova que não existe mais: procure material do formato atual. Segundo, se o bot explica ou apenas responde: um problema resolvido que você não entendeu não vale nada no dia da prova. Terceiro, o que a parte gratuita realmente traz, porque o nicho é cheio de bots que dão três questões e depois vendem um curso. Quarto, nos resultados de prova, a fonte: um bot de resultados só é oficial se o órgão responsável o indicar no próprio site, e no dia dos resultados aparecem imitações.
Um tipo mais novo de bot recebe a foto de um exercício e devolve a resolução completa. Bem usado, é um explicador paciente: tente o exercício primeiro, depois compare seus passos com os do bot e pergunte por que funciona o passo que você não entendeu. Há dois limites. Esses modelos podem errar com toda a confiança, principalmente em problemas longos de vários passos, então confira a resposta com suas anotações ou com outra ferramenta. E entregar como seu um trabalho gerado é cola; na hora da prova o bot não vai estar lá.
Não. Eles dão prática e material; o que um professor acrescenta é perceber por que você repete o mesmo erro.
Confira com a especificação vigente antes de confiar: o formato muda de ano para ano e um banco desatualizado ensina outra prova.
Ainda não: o catálogo ainda não tem bots de provas escolares com interface em português. Para qualquer currículo servem o Wolfram Alpha Bot (@wolframbot), que calcula álgebra e cálculo, embora a interface seja em inglês, e o Brain Bot (@bot_brain_bot), que resolve exercícios enviados por foto e tem interface em português.